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Por que a Guerra da Ucrânia aumenta tanto os valores do combustível

Publicado em 18.05.2022 |

Desde que o primeiro poço de petróleo foi perfurado, o mundo inteiro passou por transformações positivas. Veículos automóveis, aviões e incontáveis inovações possibilitadas por meio da geração do petróleo para a sociedade moderna.
Muito se fala em novas fontes de energias, energias renováveis, entre outras, o óleo que extraímos da terra ainda tem uma grande importância econômica.

A alta do petróleo tem sido um dos assuntos mais frequentes e comentados dos últimos tempos, isso tudo por conta da Guerra da Ucrânia. No Brasil, essa alta foi motivada pela importação feita pela Petrobras, que hoje, importa o petróleo e seus derivados, repassando os reajustes por conta da política do Preço e Paridade de Importação, adotados em 2016.

O barril, consequentemente, ficou mais caro, como resultado da guerra e das medidas como as sanções dos Estados Unidos e da União Europeia contra o petróleo e o gás exportados pela Rússia. As sanções visam as reduções da quantidade desses produtos no mercado internacional e o aumento dos preços, sendo a Rússia o segundo maior produtor e exportador de petróleo do mundo.

Em 2014 foi a última vez que o petróleo enfrentou uma disparada tão grande nos preços, chegando a custar US$ 100. Na época, a Criméia (península Ucraniana) foi anexada pela Rússia, e na ocasião, existia muito medo de que a crise prejudicasse as rotas de suprimento de energia. Portanto, o aumento de preço foi estratégico e bem pensado para que não fossem prejudicados.

Guerra x Preços
Ao contrário do que muitas pessoas pensam, crises não são coisas do passado. Em 2020, o valor do barril de petróleo estava baixo, pois a demanda caiu depois que a pandemia começou. Tendo em vista a contenção da queda dos preços, a Opep propôs a redução e com isso, a diminuição da oferta global em 10%.

Desta forma, a Arábia Saudita aumenta as suas produções gerando maior oferta.
A volta do aumento dos valores começa no dia 12 de abril de 2020, quando uma nova reunião com os membros da Opep acontece. Nessa reunião, ficou acordado a redução da produção de petróleo em 9,7 milhões de barris por dia.

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